Celso Brandão

celso_brandao

Formado em Comunicação Social pela Universidade Federal da Bahia (1976), dedicou−se ao cinema como diretor de documentários etnográficos de 1974 a 1986. Foi professor de fotografia de 1982 a 2008 nos cursos de Jornalismo e Arquitetura da Universidade Federal de Alagoas, dedicando-se em paralelo à produção de ensaios fotográficos de expressão pessoal. Foi premiado no Festival do Cinema Brasileiro de Penedo nos anos de 1975, 1976, 1978, 1979 e 1980. Participou das exposições coletivas Fotografia Brasileira Contemporânea: Anos 70 a 80, 1º Mês Internacional da Fotografia, Sesc Pompéia, São Paulo (1993); Argueiro, um Cisco no Olho, Galeria Fotoptica, São Paulo (1993) e Canudos, Instituto Moreira Salles, Rio de Janeiro (2002). Foi diretor de fotografia dos filmes Filé de Pombal da Barra (1977), Mandioca da Terra à Mesa. (1977), Benedito: o Santeiro (1985), Dedé Mamata (1988), A Casa de Santo (1986), Mestre Benon, o Treme-Terra, com Nicolle Freire (1986) e O Lambe-Sola, sobre a obra do poeta popular Antonio Aurélio de Morais (1987). Fez direção de arte e fotografia dos livros Núcleo de Estudos Afrobrasileiros, Editora UFAL (1992), Kariri (1993) e Semana do Indio, Editora FUNAI (2007) Art pictures for Tania Pedrosa (2007), Acenda uma Vela, Museu de Arte Sacra Dom Ranulfo, Marechal Deodoro, Alagoas (2009), Olhar Trincado, Editora Contra Capa (2010). Fez direção de fotografia do livro Santeiros da Bahia: Arte Popular e Devoção, Editora Caleidoscópio, Recife (2010).

Livros

Santeiros da Bahia